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CLIPPING SindCONDOMINIO-DF do dia 10/10/2018

CLIPPING SindCONDOMINIO-DF do dia 10/10/2018

Casa ou apartamento? Entenda as vantagens e desvantagens de cada opção

Localização, quantidade de cômodos, preferência por condomínios e o tamanho do imóvel, por exemplo, são alguns dos fatores decisivos na hora do morador escolher a residência desejada.

Segundo Cléber Donaire, diretor de uma construtora e incorporadora de Sorocaba (SP), a preferência por localizações em bairros mais conhecidos e próximos aos grandes centros, além do custo-benefício influenciam na hora da escolha.

“Os apartamentos são mais acessíveis em bairros nobres do que as casas, já que os terrenos são melhores aproveitados. Os condomínios de casas são mais afastados, então, a proximidade a esses locais é o fator decisivo na hora da escolha, a preferência é pelo bom e barato”, explica.

O diretor de uma imobiliária de Sorocaba, Mauricio Ortega Baptista, explica que a preferência pelos prédios é maior. Segundo uma pesquisa interna realizada pela imobiliária, a procura é, em média, de 60% por apartamentos e 40% por casas.

Vantagens e desvantagens

Para a empresária Paula Saponari, de 34 anos, de Araçoiaba da Serra (SP), que já morou em apartamento e atualmente reside em um condomínio de casas, na hora da escolha deve-se levar em consideração fatores que impactam diretamente o seu dia a dia. Os fatores pontuados por ela foram segurança, lazer e privacidade.

Para saber mais: https://glo.bo/2Pnvbnt

 

A importância das provas para o lançamento tributário

O CARF foi criado com a missão de promover justiça fiscal com imparcialidade, sendo que a relevância deste papel institucional torna-se transparente com a formalização e publicidade das decisões proferidas, com reflexos para a sociedade, o direito tributário e a economia.

Exemplo do importante papel reflexivo dessas decisões pode ser verificado em decisão recente, proferida por turma ordinária daquele Tribunal Administrativo que, à maioria de votos, concluiu pelo cancelamento de exigência das contribuições para PIS e a COFINS “contra condomínio regularmente constituído, (…) sobre “receitas de estacionamento”, uma vez que a fiscalização não comprovou a existência de uma sociedade de fato.”

A fiscalização, embora tenha reconhecido o tratamento legal reservado aos condomínios, no caso concreto o de um Shopping Center, entendeu que o mesmo exercia outra atividade de natureza comercial: a de prestação de serviços de estacionamentos, cujas receitas deveriam ser tributadas pelas já mencionadas contribuições. Para a corrente majoritária vencida a exploração de estacionamento implicava, pelo e contra o condomínio, em atividade comercial altamente lucrativa, fugindo “ao que poderia se considerar atividade “típica” de um condomínio. É típico, isto sim, de uma empresa comercial.”

Já, o posicionamento vencedor promoveu ao exame (i) do “Termo de Encerramento da Ação Fiscal”; (ii) da “Escritura” de constituição do sujeito passivo; (iii) da legislação aplicável aos condomínios edilícios, inclusive aquelas declaradas pela própria Receita Federal do Brasil, para informar “que o desenvolvimento de atividades empresariais, envolvendo bens condominiais, não tem o condão de tornar o condomínio regularmente constituído uma sociedade de fato para fins fiscais”; sendo que, para as contribuições então reclamadas pela fiscalização, não haveria “as incidências (…), pois não é pessoa jurídica.”

Para saber mais: https://bit.ly/2A1wIKv

 

Segurança é fator decisivo na hora de investir em condomínio horizontal

Morar em um condomínio horizontal é uma tendência mundial, com expectativa cada vez maior de crescimento. O principal motivo é a busca por melhor qualidade de vida, que leva a maioria dos compradores a procurarem espaços de convivência e entretenimento, aliado à segurança.

“Mesmo morando em uma casa, no condomínio fechado você tem segurança em tempo integral. E, em tempos nos quais a violência urbana é bastante comum, nas maiores cidades, esse diferencial pode pesar bastante na hora da escolha”, explica Ricardo Grimone, superintendente da Alphaville Urbanismo, urbanizadora responsável pelo Terras Alpha, em Caruaru.

Em condomínios de casas, as câmeras de monitoramento são colocadas em pontos estratégicos de passagem e funcionam 24 horas por dia, reduzindo os riscos de qualquer problema na área interna e, dessa forma, atraindo aquelas pessoas que sonham em morar em uma casa, mas têm medo por conta da violência.

Outros pontos apontados como diferenciais dos condomínios fechados são a privacidade e o desenvolvimento de um maior senso de comunidade. Além da possibilidade de compartilhar as despesas para ter áreas de lazer e entretenimento.

Para saber mais: https://bit.ly/2CzzAkt

 

Tampinhas e lacres geram recursos para projetos sociais

Dois projetos sociais desenvolvidos em Santa Catarina estão conquistando cada vez mais adeptos. Em comum, eles almejam preservar a natureza e ainda promover a solidariedade. Um deles é o Ecopet, projeto que recolhe tampinhas descartáveis para ajudar animais em situação de rua ou de abandono. Recicladas, ao invés de irem para o lixo, as tampinhas geram recursos para castração de cães e gatos e retornam para a indústria. “Encontrar um animal na rua abandonado, além de muito triste, é uma questão de saúde pública. E o plástico é o maior problema ambiental que enfrentamos atualmente. Então, a ideia foi unir os dois problemas”, explica Natália Nardi, idealizadora da campanha.

Os primeiros trabalhos iniciaram em 2016, quando Natália trouxe a proposta da cidade gaúcha de Caxias do Sul, sua terra natal. Pouco tempo depois, conseguiu o apoio da cuidadora de cães, Ana Pacheco, e o projeto foi lançado oficialmente em abril do ano passado. Hoje, são 320 pontos de coleta espalhados por Florianópolis, Palhoça, São José e Biguaçu. De acordo com as voluntárias, o engajamento das pessoas tem trazido bons resultados. Só para exemplificar, no mês de agosto foram arrecadadas – apenas na Ilha – quase 5 mil tampas e tampinhas, um volume suficiente para castrar 65 animais, entre cães e gatos.

O material recolhido é levado para uma empresa de reciclagem de Palhoça, que compra o plástico, e o dinheiro financia as cirurgias que são feitas em quatro clínicas veterinárias da Ilha e do Continente – para tutores que se cadastram e entram numa lista de espera -, e também na forma de mutirão nas comunidades carentes.

Como participar – Os condomínios podem utilizar uma garrafa de água de cinco ou 10 litros e guardar as tampas de produtos de higiene, remédios, sucos, leite, iogurtes, garrafas pet e até de margarina e sorvete. “É algo simples e todas as pessoas podem ajudar e fazer a diferença em se tratando também de sustentabilidade”, garante Natália – que é responsável pela coleta no Continente – e Ana na Ilha. Em média, é necessário cerca de 120 quilos de tampinhas para castrar um cão de até 15 quilos. Ou seja, o equivalente a 10 sacos de lixo de 100 litros. A coleta pode ser feita no local por voluntários do projeto ou em pontos espalhados na Ilha e no Continente.

Para saber mais: https://bit.ly/2QHwhL0

 

Saiba como se prevenir e evitar que o condomínio tenha prejuízo

Com casos de empresas administradoras que faliram ou fecharam suas portas, muitos condomínios perderam fundos de reserva, de obras, além de sua arrecadação mensal. Em alguns casos, houve dano também em não pagamentos de tributos devidos durante meses, deixando os condomínios com um rombo contábil a ser preenchido.

Em São Paulo, uma administradora na zona sul da capital fechou as portas, e deixou muitos clientes sem a sua arrecadação mensal. Foi o caso do síndico Fabio Nori, de um residencial no Ipiranga, que ficou sem um vultoso fundo de reserva – era o dinheiro todo para fazer a pintura da fachada. O síndico estava negociando com fornecedores quem ofereceria o melhor preço, já que o pagamento seria à vista.

Fabio conta que a empresa era parceira do condomínio há dez anos, e que sempre havia sido bem atendido. Mas alguns meses antes, a situação começou a mudar. As contas eram pagas com atraso. Fornecedores começam a reclamar pelos pagamentos não depositados. O síndico foi até a administradora e encontrou um cenário desolador: mais de 30 funcionários demitidos, e as economias do condomínio haviam sumido.

Para saber mais: https://bit.ly/2REU53t

 

 

 

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